Chiquinho vai rodar no Moreirense por empréstimo
Fonte: Maisfutebol - IOL

Chiquinho e Ivanildo Fernandes são reforços do Moreirense para 2018/19. Para ambos os jogadores, que se defrontaram na Segunda Liga na última temporada, esta experiência representará a estreia na Primeira Liga.

Chiquinho chega a Moreira de Cónegos a título definitivo proveniente do Benfica, tendo rubricado um vínculo de cinco anos. Após uma época positiva ao serviço da Académica (37 jogos e nove golos na Segunda Liga), o médio criativo assinara pelas águias em maio. Agora, terá servido como moeda de troca no negócio de Alfa Semedo, que se transferiu do Moreirense para o clube da Luz neste defeso. Formado nas camadas jovens do Leixões, pelo qual se estreou como sénior em 2014/15, o jovem, de 23 anos, conta ainda com passagens pelo Gondomar e pelo NK Lokomotiva, da Croácia.

Já Ivanildo Fernandes vem por empréstimo do Sporting, sendo esta a sua primeira experiência como sénior fora de Alvalade. O central, de 22 anos, ingressou nos juniores da academia leonina em 2014/15, proveniente do Casa Pia. Desde aí, tem vindo a integrar a equipa B do Sporting, tendo somado um total de 107 partidas ao longo de quatro temporadas. Nas camadas jovens, o esquerdino representou ainda o Estrela da Amadora e o Damaiense.

Com esta dupla de ingressos, o número de reforços do Moreirense até à data perfaz um total de 14. Eis os restantes: o guarda-redes Pedro Albergaria (ex-V. Setúbal); os defesas Anthony D’Alberto (ex-Charleloi) e João Aurélio (ex-V. Guimarães); os médios Mamadou Loum (ex-Braga), Fábio Pacheco (ex-Marítimo) e Pedro Nuno (ex-Tondela); e os avançados David Texeira (ex-AEL Limassol, Chipre), Heriberto Tavares (ex-Benfica), Ença Fati (ex-UD Oliveirense, após empréstimo), Ricardo Almeida (ex-Sporting B, após empréstimo), Ernest Ohemeng (ex-Arouca, após empréstimo) e Caleb Gomina (ex-AD Oliveirense, após empréstimo).

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José Rocha
Nasci na ilha Terceira, Açores, em 1993. Assim que atingi idade para tal, inscrevi-me nas escolinhas de um dos clubes locais, o Angrense. A habilidade para praticar futebol, contudo, não era proporcional à paixão que tinha pelo desporto-rei, pelo que não fui longe enquanto jogador. Posto isto, troquei as chuteiras pela caneta e continuei a procurar saber cada vez mais acerca desta modalidade, que tantos sentimentos desperta por esse mundo fora. Licenciado em Ciências da Comunicação na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, passei pelo jornal O Jogo, onde pude continuar a desenvolver as minhas capacidades como jornalista desportivo. Neste espaço, onde os universos do futebol e da escrita se fundem, pretendo abordar temas da atualidade desportiva, bem como "desenterrar" antigas memórias e partilhá-las convosco.